Fontes e distribuição de oxigênio para os centros de tratamento da COVID-19. Orientação provisória, 4 de abril de 2020
Oxygen sources and distribution for COVID-19 treatment centres: interim guidance, 4 April 2020
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Fontes e distribuição de oxigênio para os centros de tratamento da COVID-19. Orientação provisória, 4 de abril de 2020. (2020). [Procedures, manuals, guidelines]. OPAS. https://iris.paho.org/handle/10665.2/52074
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Português; 6 páginas
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2020
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OPAS/BRA/COVID-19/20-055
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COVID-19 e oxigênio: Os dados da China sugerem que embora a maioria das pessoas com COVID-19 tenham doença leve (40%) ou moderada (40%), cerca de 15% apresentam doença grave que requer oxigenoterapia, e 5% ficam em estado crítico e precisam de tratamento em uma unidade de terapia intensiva. Além disso, a maioria dos pacientes críticos com COVID-19 precisará de ventilação mecânica.2,3 Por esses motivos, as unidades de saúde que tratam da COVID-19 devem estar equipadas com oxímetros de pulso, sistemas de oxigênio em funcionamento, incluindo interfaces de administração de oxigênio de uso único. A oxigenoterapia é recomendada para todos os pacientes graves e críticos com COVID-19, em doses baixas, variando de 1-2 L/min em crianças e começando com 5 L/min em adultos com cânula nasal, fluxos moderados para o uso em máscara de Venturi (6-10 L/min); ou fluxos mais altos (10-15 L/min) com o uso de uma máscara com bolsa reservatório. Além disso, o oxigênio pode ser administrado em fluxos mais altos e em concentrações maiores, usando uma cânula nasal de alto fluxo (CNAF)...
Notes
World Health Organization. (2020). Oxygen sources and distribution for COVID-19 treatment centres: interim guidance, 4 April 2020. World Health Organization. https://apps.who.int/iris/handle/10665/331746. License: CC BY-NC-SA 3.0 IGO. Gov't Doc : WHO/2019-nCoV/Oxygen_sources/2020.1.
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Item COVID-19: Orientação operacional para a manutenção de serviços essenciais de saúde durante um surto. Orientação provisória, 25 de março de 2020(OPAS, 2020)Introdução e visão geral: Os sistemas de saúde estão enfrentando um rápido aumento na demanda gerada pelo surto da COVID-19. Quando os sistemas de saúde ficam sobrecarregados, há um aumento drástico na mortalidade direta causada por um surto e também na mortalidade indireta por doenças imunopreveníveis e por aquelas doenças que possuem tratamento. Análises do surto de ebola em 2014-2015 sugerem que o aumento no número de óbitos causados por sarampo, malária, HIV/AIDS e tuberculose atribuíveis a falhas no sistema de saúde ultrapassou o número de óbitos causados pelo ebola. A capacidade de um sistema de manter a prestação de serviços essenciais de saúde dependerá de sua capacidade inicial e da carga da doença e do contexto de transmissão do vírus COVID-19 (classificado como nenhum caso, transmissão esporádica, em clusters ou comunitária). Manter a confiança da população na capacidade do sistema de saúde de atender, com segurança, as necessidades essenciais e de controlar o risco de infecção nas unidades de saúde é fundamental para garantir que as pessoas continuem a buscar atendimento quando necessário e que sigam as orientações de saúde pública. Um sistema de saúde bem organizado e preparado tem a capacidade de manter acesso equitativo à prestação de serviços essenciais durante toda uma situação de emergência, limitando a mortalidade direta e evitando um aumento na mortalidade indireta. Com um número relativamente limitado de casos de COVID-19, os sistemas de saúde podem ter a capacidade de manter a prestação de serviços rotineiros, além de gerenciar os casos de COVID-19. Quando o número de casos é alto e/ou há uma redução na força de trabalho em saúde devido à infecção dos trabalhadores da saúde, é necessário promover mudanças estratégicas para garantir que com recursos cada vez mais limitados seja possível dar um máximo de benefício à população. Os países terão que tomar decisões difíceis para atingir um equilíbrio entre as demandas de resposta direta à COVID-19 e a realização de planejamento estratégico e ação coordenada para manter a prestação de serviços essenciais de saúde, reduzindo o risco de um colapso do sistema. Muitos serviços rotineiros e eletivos talvez tenham que ser adiados ou suspensos. 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Além disso, há esforços em andamento para analisar amostras históricas de águas residuais para buscar evidências de circulação do SARS-CoV-2 no passado. A maioria dessas detecções ocorreu no contexto de estudos de pesquisa. No entanto, ao menos um país, a Holanda, planeja incorporar a vigilância diária do esgoto em seu monitoramento nacional para COVID-19.Uma abordagem semelhante ao uso da vigilância ambiental como parte do pacote de vigilância rotineira do COVID-19 está sendo estudada na Alemanha12 e foi iniciada na Austrália e na Nova Zelândia. A maioria dos estudos publicados até o momento sobre o uso da vigilância ambiental para o SARS-CoV-2 foi em locais com muitos recursos. No entanto, são necessárias abordagens que possam ser aplicadas em locais com poucos recursos, onde uma maior proporção da população não está ligada à rede de esgoto e usa latrinas ou fossas sépticas. 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Esta é a primeira edição das orientações sobre como conduzir uma avaliação rápida de inventário para determinar a prontidão de instituições de saúde, bem como a capacidade de realocação de equipamentos biomédicos para atendimento a casos de COVID-19. Esta ferramenta inclui um questionário (impresso ou digital), além de uma série de cartazes de produtos/dispositivos. Esta ferramenta deve ser usada com base no pacote de materiais sobre doenças (em inglês, disease commodities package, ou DCP) da OMS para a COVID-19, a Lista de Prioridades da OMS referente a dispositivos médicos para COVID-19, e as Especificações Técnicas para sistemas de fornecimento de oxigênio, dispositivos de reanimação e concentradores de oxigênio. Esta ferramenta destina-se aos administradores de instituições de saúde, decisores clínicos, gerentes de compras, gerentes de planejamento, engenheiros biomédicos ou engenheiros de infraestrutura para identificar equipamentos biomédicos prontamente disponíveis para uso imediato e/ou realocação. É importante ressaltar que a OMS atualizará estas recomendações à medida que novas evidências e informações forem disponibilizadas.
