Cuantificación de la carga de la enfermedad renal crónica en América Latina: una epidemia invisibilizada
Quantification of the burden of chronic kidney disease in Latin America: an invisible epidemic
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Rosas-Valdez, F. U., Aguirre-Vázquez, A. F., & Agudelo-Botero, M. (2024). Cuantificación de la carga de la enfermedad renal crónica en América Latina: una epidemia invisibilizada [Journal articles]. https://iris.paho.org/handle/10665.2/59504
Date
2024
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ISSN
1680 5348
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[RESUMEN]. Objetivo. 1) Describir la carga de la enfermedad renal crónica en países de América Latina entre 1990 y 2019 y, 2) Estimar la correlación entre los años de vida saludables perdidos (AVISA) con el índice sociodemográfico y el índice de acceso y calidad de salud. Métodos. Análisis secundario y ecológico, basado en el Estudio de la Carga Global de Enfermedades, Lesiones y Factores de Riesgo 2019. Se reportaron las tasas estandarizadas de mortalidad, años perdidos por muertes prematuras (APMP), años de vida ajustados por discapacidad (AVAD) y AVISA por enfermedad renal crónica para 1990, 2005 y 2019. La información se desagregó por países, sexo, grupos etarios y subcausas. Resultados. Entre 1990 y 2019, la carga de la enfermedad renal crónica aumentó considerablemente en los países de América Latina, convirtiéndose en una de las principales causas de mortalidad y de AVISA. La tasa estandarizada de AVISA por enfermedad renal crónica se debió, en gran medida, al peso de las muertes prematuras más que a la discapacidad. En 2019, Nicaragua, El Salvador, México y Guatemala se destacaron por tener las tasas estandarizadas de mortalidad por enfermedad renal crónica y de AVISA más elevadas, mientras que Uruguay presentó las más bajas. Conclusiones. La enfermedad renal crónica es una epidemia invisibilizada que representa una carga excesiva, en mortalidad y AVISA, para los países de América Latina. Es indispensable aunar esfuerzos regionales para enfrentar la enfermedad, además de impulsar acciones locales que atiendan las particularidades de cada país.
[ABSTRACT]. Objective. 1) Describe the burden of chronic kidney disease in Latin American countries between 1990 and 2019; and 2) Estimate the correlation between disability-adjusted life years (DALYs) and the Sociodemogra- phic Index and the Healthcare Access and Quality Index. Methods. Secondary and ecological analysis, based on the 2019 Global Burden of Diseases, Injuries and Risk Factors Study. Standardized mortality rates, years of life lost to due to premature death (YLLs),years of healthy life lost due to disability (YLDs) and DALYs due to chronic kidney disease were reported for 1990, 2005, and 2019. Information was disaggregated by country, sex, age group, and sub-cause. Results. Between 1990 and 2019, the burden of chronic kidney disease increased considerably in Latin Ame- rican countries, becoming one of the main causes of mortality and DALYs. The standardized rate of DALYs for chronic kidney disease was largely due to the weight of premature deaths rather than disability. In 2019, Nica- ragua, El Salvador, Mexico, and Guatemala had the highest standardized mortality rates for chronic kidney disease and DALYs, while Uruguay had the lowest. Conclusions. Chronic kidney disease is an invisible epidemic that places an excessive burden in terms of mortality and DALYs on Latin American countries. It is essential to join forces to tackle the disease in the region, and promote local actions that address the particularities of each country.
[RESUMO]. Objetivo. 1) Descrever a carga da doença renal crônica nos países da América Latina entre 1990 e 2019 e 2) estimar a correlação entre os anos de vida saudável perdidos (AVISA), o índice sociodemográfico e o índice de acesso e qualidade da saúde. Métodos. Análise secundária e ecológica, baseada no estudo Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco 2019 (GBD). Foram informadas taxas de mortalidade padronizadas, anos de vida perdidos por morte prematura (AVP) por morte prematura, anos de vida ajustados por incapacidade (AVAI) e AVISA devido a doença renal crônica de 1990, 2005 e 2019. Os dados foram desagregados por país, sexo, faixas etárias e causas subjacentes. Resultados. Entre 1990 e 2019, a carga de doença renal crônica aumentou consideravelmente nos países da América Latina, tornando-se uma das principais causas de mortalidade e de AVISA. A taxa padronizada de AVISA devido à doença renal crônica foi influenciada em grande parte pelo peso das mortes prematuras, e não da incapacidade. Em 2019, Nicarágua, El Salvador, México e Guatemala se destacaram por terem as maiores taxas padronizadas de mortalidade por doença renal crônica e AVISA, ao passo que Uruguai teve as menores taxas. Conclusões. A doença renal crônica é uma epidemia invisível, que representa uma carga excessiva em ter- mos de mortalidade e de AVISA para os países da América Latina. É essencial unir esforços na região para combater a doença, além de promover ações locais que atendam às particularidades de cada país.
[ABSTRACT]. Objective. 1) Describe the burden of chronic kidney disease in Latin American countries between 1990 and 2019; and 2) Estimate the correlation between disability-adjusted life years (DALYs) and the Sociodemogra- phic Index and the Healthcare Access and Quality Index. Methods. Secondary and ecological analysis, based on the 2019 Global Burden of Diseases, Injuries and Risk Factors Study. Standardized mortality rates, years of life lost to due to premature death (YLLs),years of healthy life lost due to disability (YLDs) and DALYs due to chronic kidney disease were reported for 1990, 2005, and 2019. Information was disaggregated by country, sex, age group, and sub-cause. Results. Between 1990 and 2019, the burden of chronic kidney disease increased considerably in Latin Ame- rican countries, becoming one of the main causes of mortality and DALYs. The standardized rate of DALYs for chronic kidney disease was largely due to the weight of premature deaths rather than disability. In 2019, Nica- ragua, El Salvador, Mexico, and Guatemala had the highest standardized mortality rates for chronic kidney disease and DALYs, while Uruguay had the lowest. Conclusions. Chronic kidney disease is an invisible epidemic that places an excessive burden in terms of mortality and DALYs on Latin American countries. It is essential to join forces to tackle the disease in the region, and promote local actions that address the particularities of each country.
[RESUMO]. Objetivo. 1) Descrever a carga da doença renal crônica nos países da América Latina entre 1990 e 2019 e 2) estimar a correlação entre os anos de vida saudável perdidos (AVISA), o índice sociodemográfico e o índice de acesso e qualidade da saúde. Métodos. Análise secundária e ecológica, baseada no estudo Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco 2019 (GBD). Foram informadas taxas de mortalidade padronizadas, anos de vida perdidos por morte prematura (AVP) por morte prematura, anos de vida ajustados por incapacidade (AVAI) e AVISA devido a doença renal crônica de 1990, 2005 e 2019. Os dados foram desagregados por país, sexo, faixas etárias e causas subjacentes. Resultados. Entre 1990 e 2019, a carga de doença renal crônica aumentou consideravelmente nos países da América Latina, tornando-se uma das principais causas de mortalidade e de AVISA. A taxa padronizada de AVISA devido à doença renal crônica foi influenciada em grande parte pelo peso das mortes prematuras, e não da incapacidade. Em 2019, Nicarágua, El Salvador, México e Guatemala se destacaram por terem as maiores taxas padronizadas de mortalidade por doença renal crônica e AVISA, ao passo que Uruguai teve as menores taxas. Conclusões. A doença renal crônica é uma epidemia invisível, que representa uma carga excessiva em ter- mos de mortalidade e de AVISA para os países da América Latina. É essencial unir esforços na região para combater a doença, além de promover ações locais que atendam às particularidades de cada país.
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Item Life expectancy, healthy life expectancy, and burden of disease in older people in the Americas, 1990–2019: a population-based study(2021)[ABSTRACT]. Objective. To describe the life expectancy, healthy life expectancy, disease burden, and leading causes of mortality and disability in adults aged 65 years and older in the Region of the Americas from 1990 to 2019. Methods. We used estimates from the Global Burden of Disease Study 2019 to examine the level and trends of life expectancy, healthy life expectancy, years of life lost, years lived with disability, and disability-adjusted life years (DALYs). Results. Across the Region, life expectancy at 65 years increased from 17.1 years (95% uncertainty intervals (UI): 17.0–17.1) in 1990 to 19.2 years (95% UI: 18.9–19.4) in 2019 while healthy life expectancy increased from 12.2 years (95% UI: 10.9–12.4) to 13.6 years (95% UI: 12.2–14.9). All-cause DALY rates decreased in each older persons’ age group; however, absolute proportional DALYs increased from 22% to 32%. Ischemic heart disease, stroke, and chronic obstructive pulmonary disease were the leading causes of premature mortality. Diabetes mellitus, age-related and other hearing loss, and lower back pain were the leading causes of disability. Conclusion. The increase in life expectancy and decrease of DALYs indicate the positive effect of improvements in social conditions and health policies. However, the smaller increase in healthy life expectancy suggests that, despite living longer, people spend a substantial amount of time in their old age with disability and illness. Preventable and controllable diseases account for most of the disease burden in older adults in the Americas. Society-wide and life-course approaches, and adequate health services are needed to respond to the health needs of older people in the Region.Item Exceso de mortalidad en población en edad de trabajar en nueve países de Latinoamérica, año 2020(2022)[RESUMEN]. Objetivo. Estimar el impacto de la pandemia de la COVID-19 durante el año 2020, a través del exceso de mortalidad por todas las causas y los años potenciales de vida laboral perdidos en la población en edad de trabajar, de una selección de países latinoamericanos y el Caribe. Métodos. Estudio basado en datos de defunciones por todas las causas entre 15 y 69 años, procedentes principalmente de los Institutos Nacionales de Estadísticas. Se estimaron defunciones esperadas a partir de las registradas entre 2015 y 2019. El exceso de mortalidad fue estimado a través del indicador P, la razón de mortalidad estandarizada (RME) y los años potenciales de vida laboral perdidos (AVLP) hasta los 70 años. Resultados. El exceso de defunciones en Brasil, Bolivia, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, México, Perú y República Dominicana sumó 431 083 (282 558 en hombres y 148 575 en mujeres), lo que representó una pérdida de 5 715 770 (3 742 955 en hombres y 1 972 815 en mujeres) de APVLP. La mortalidad observada fue significativamente superior a la esperada en todos los países, menos República Dominicana. Conclusiones. El impacto de la COVID-19 en la población en edad de trabajar tendrá un impacto profundo en la situación socioeconómica. El recuento oportuno del exceso de muertes resulta útil y puede ser usado como un sistema de alerta temprana para monitorizar la magnitud de los brotes de COVID-19. La monitorización del exceso de mortalidad en personas en edad de trabajar, realizada por el Observatorio Iberoamericano de Seguridad y Salud en el Trabajo permite evaluar con mayor exactitud la carga social y económica de la COVID-19.Item Mortalidade e anos de vida ajustados por incapacidade de motociclistas na América Latina e Caribe na primeira década de segurança viária(2023)[RESUMO]. Objetivo. Identificar a tendência temporal da mortalidade e dos anos de vida perdidos por morte ou incapaci- dade (DALY) de homens por acidente motociclístico na América Latina e Caribe no período de 2010 a 2019, utilizando estimativas do estudo Global Burden of Disease (GBD). Métodos. Este estudo ecológico analisou a série temporal pelo modelo de regressão linear segmentada (joinpoint), estimando-se e testando-se a variação percentual anual e a variação percentual anual média, com intervalo de confiança de 95%. Resultados. A grande região da América Latina e Caribe definida pelo GBD ocupou o primeiro lugar global em mortalidade e DALY de motociclistas homens de 15 a 49 anos em 2019. As taxas aumentaram significa- tivamente de 2010 a 2013, havendo redução significativa de ambas após esse período. Durante a década analisada, a sub-região da América Latina Tropical (Brasil e Paraguai) apresentou as maiores taxas de mortali- dade e DALY na população em estudo, porém foi a única com redução significativa das mesmas; a sub-região do Caribe (Bermudas, Dominica, Suriname, Guiana, Belize, Bahamas, Porto Rico, Santa Lúcia, República Dominicana, Haiti, São Cristóvão e Névis, Ilhas Virgens/EUA, Granada, Trinidad e Tobago, Barbados, São Vicente e Granadinas, Antígua e Barbuda, Cuba e Jamaica) apresentou aumento significativo de ambas as taxas, enquanto América Latina Andina (Equador, Bolívia e Peru) e América Latina Central (Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Honduras e Venezuela) permaneceram estáveis. Conclusões. Os dados reforçam a importância das ações de vigilância destinadas à prevenção de acidentes motociclísticos, uma vez que os resultados de queda nas taxas ainda são insuficientes frente à morbimortali- dade no trânsito como problema de saúde pública.Item Association between population hypertension control and ischemic heart disease and stroke mortality in 36 countries of the Americas, 1990-2019: an ecological study(2022)[ABSTRACT]. Objective. To quantify the association between the prevalence of population hypertension control and ischemic heart disease (IHD) and stroke mortality in 36 countries of the Americas from 1990 to 2019. Methods. This ecologic study uses the prevalence of hypertension, awareness, treatment, and control from the NCD-RisC and IHD and stroke mortality from the Global Burden of Disease Study 2019. Regression analysis was used to assess time trends and the association between population hypertension control and mortality. Results. Between 1990 and 2019, age-standardized death rates due to IHD and stroke declined annually by 2.2% (95% confidence intervals: –2.4 to –2.1) and 1.8% (–1.9 to –1.6), respectively. The annual reduction rate in IHD and stroke mortality deaccelerated to –1% (–1.2 to –0.8) during 2000-2019. From 1990 to 2019, the prevalence of hypertension controlled to a systolic/diastolic blood pressure ≤140/90 mmHg increased by 3.2% (3.1 to 3.2) annually. Population hypertension control showed an inverse association with IHD and stroke mortality, respectively, regionwide and in all but 3 out of 36 countries. Regionwide, for every 1% increase in population hypertension control, our data predicted a reduction of 2.9% (–2.94 to –2.85) in IHD deaths per 100 000 population, equivalent to an averted 25 639 deaths (2.5 deaths per 100 000 population) and 2.37% (–2.41 to –2.33) in stroke deaths per 100 000 population, equivalent to an averted 9 650 deaths (1 death per 100 000 population). Conclusion. There is a strong ecological negative association between IHD and stroke mortality and population hypertension control. Countries with the best performance in hypertension control showed better progress in reducing CVD mortality. Prediction models have implications for hypertension management in most populations in the Region of the Americas and other parts of the world.Item Asociación entre el control de la hipertensión poblacional y la cardiopatía isquémica y la mortalidad por accidente cerebrovascular en 36 países y territorios de las Américas, 1990–2019: un estudio ecológico(2023)[RESUMEN]. Objetivo. Cuantificar la asociación entre la prevalencia de control de la hipertensión arterial a nivel poblacional y la mortalidad por cardiopatía isquémica y accidente cerebrovascular en 36 países y territorios de la Región de las Américas entre 1990 y el 2019. Métodos. Este estudio ecológico emplea la prevalencia de la hipertensión, la concientización, el tratamiento y el control de la hipertensión arterial en la población producidos por la Colaboración sobre Factores de Riesgo de las Enfermedades No Transmisibles (NCD-RisC, por su sigla en inglés) y estimaciones de mortalidad por cardiopatía isquémica y accidente cerebrovascular del estudio sobre la carga mundial de enfermedad del 2019. Se realizó un análisis de regresión para evaluar las tendencias temporales y la asociación entre el con- trol de la hipertensión arterial en la población y la mortalidad. Resultados. Entre 1990 y el 2019, las tasas de mortalidad estandarizadas por edad a causa de cardiopatía isquémica y accidente cerebrovascular disminuyeron en 2,2% (intervalos de confianza de 95%: –2,4 a –2,1) y 1,8% (–1,9 a –1,6) anual, respectivamente. La tasa de reducción anual de la mortalidad por cardiopatía isquémica y accidente cerebrovascular se redujo a –1% (–1,2 a –0,8) entre el 2000 y el 2019. Del 1990 al 2019, la prevalencia de hipertensión arterial controlada definida como presión arterial sistólica/diastólica ≤140/90 mmHg aumentó anualmente en 3,2% (3,1 a 3,2). Se observó una relación inversa entre el control poblacional de la hipertensión y la mortalidad por cardiopatía isquémica y por accidente cerebrovascular, respectivamente, en toda la Región y en los 36 países, a excepción de tres. En toda la Región, por cada aumento de 1% en el control de la hipertensión arterial en la población, nuestros datos predijeron una reduc- ción de 2,9% (–2,94 a –2,85) en las muertes por cardiopatía isquémica por 100 000 habitantes, equivalente a 25 639 muertes evitables (2,5 muertes por 100 000 habitantes) y de 2,37% (–2,41 a –2,33) en las muertes por accidente cerebrovascular por 100000 habitantes, equivalente a 9 650 muertes evitables (una muerte por 100 000 habitantes). Conclusiones. Existe una sólida asociación ecológica negativa entre la mortalidad por cardiopatía isquémica y accidente cerebrovascular y el control de la hipertensión arterial en la población. Los países con mejor resultado en el control de la hipertensión mostraron un mayor progreso en la reducción de la mortalidad por enfermedad cardiovascular. Los modelos de predicción tienen implicaciones en el manejo de la hipertensión en la mayoría de los grupos poblacionales de la Región de las Américas y otras partes del mundo.
